Nós, seres humanos, inventamos essa palavra para tornarmos o mundo menos hostil e selvagem, mais benevolente e caridoso...
Mas será que realmente somos capazes de entender as sutilezas deste substantivo carregado de sentimento? Ou muitas vezes confundimos com uma dependência emocional sobre o outro indivíduo?
Pode ser numa relação entre pais e filhos, primos ou colegas, namorados ou amantes, o fato é: Se fosse amor, o grude ou a falta de respeito e de limites não causaria tédio ou repulsa, mas causa. Não fosse amor, os tapas pesados depois dos beijos quentes e o ciúme doentio ao flagrar seu parceiro olhando ou admirando alguém, revelaria uma pessoa nociva à sociedade, porém não revela.
O amor tem limites que a paixão desconhece. A paixão tem avanços que a assexualidade ignora. E a potência desses três costuma ser avassaladora quando perde o equilíbrio.
Ama-se demais. Confunde-se demais amor versus sofrimento. Apaixona-se demais. Exagera-se demais na paixão e no sexo. Ama-se de menos e apaixona-se de menos. Logo, não existe troca, não há relacionamento, o amor e a paixão não se expressam em nenhum lugar, nem em público nem intimamente; e passa a existir somente um vazio, um vácuo sentimental.
Então, pode haver liberdade ou prisão em qual corpo? A partir do que ama, do que exclama, do que chama, do que briga, do que luta, do que fala ou do que cala?
quarta-feira, 8 de julho de 2020
Livre Amor
O amor é livre a partir de quando?
Eis a dúvida que passa pela cabeça dos que não digerem bem o que é o amor.
Nós, seres humanos, inventamos essa palavra para tornarmos o mundo menos hostil e selvagem, mais benevolente e caridoso...
Mas será que realmente somos capazes de entender as sutilezas deste substantivo carregado de sentimento? Ou muitas vezes confundimos com uma dependência emocional sobre o outro indivíduo?
Pode ser numa relação entre pais e filhos, primos ou colegas, namorados ou amantes, o fato é: Se fosse amor, o grude ou a falta de respeito e de limites não causaria tédio ou repulsa, mas causa. Não fosse amor, os tapas pesados depois dos beijos quentes e o ciúme doentio ao flagrar seu parceiro olhando ou admirando alguém, revelaria uma pessoa nociva à sociedade, porém não revela.
O amor tem limites que a paixão desconhece. A paixão tem avanços que a assexualidade ignora. E a potência desses três costuma ser avassaladora quando perde o equilíbrio.
Ama-se demais. Confunde-se demais amor versus sofrimento. Apaixona-se demais. Exagera-se demais na paixão e no sexo. Ama-se de menos e apaixona-se de menos. Logo, não existe troca, não há relacionamento, o amor e a paixão não se expressam em nenhum lugar, nem em público nem intimamente; e passa a existir somente um vazio, um vácuo sentimental.
Então, pode haver liberdade ou prisão em qual corpo? A partir do que ama, do que exclama, do que chama, do que briga, do que luta, do que fala ou do que cala?
Nós, seres humanos, inventamos essa palavra para tornarmos o mundo menos hostil e selvagem, mais benevolente e caridoso...
Mas será que realmente somos capazes de entender as sutilezas deste substantivo carregado de sentimento? Ou muitas vezes confundimos com uma dependência emocional sobre o outro indivíduo?
Pode ser numa relação entre pais e filhos, primos ou colegas, namorados ou amantes, o fato é: Se fosse amor, o grude ou a falta de respeito e de limites não causaria tédio ou repulsa, mas causa. Não fosse amor, os tapas pesados depois dos beijos quentes e o ciúme doentio ao flagrar seu parceiro olhando ou admirando alguém, revelaria uma pessoa nociva à sociedade, porém não revela.
O amor tem limites que a paixão desconhece. A paixão tem avanços que a assexualidade ignora. E a potência desses três costuma ser avassaladora quando perde o equilíbrio.
Ama-se demais. Confunde-se demais amor versus sofrimento. Apaixona-se demais. Exagera-se demais na paixão e no sexo. Ama-se de menos e apaixona-se de menos. Logo, não existe troca, não há relacionamento, o amor e a paixão não se expressam em nenhum lugar, nem em público nem intimamente; e passa a existir somente um vazio, um vácuo sentimental.
Então, pode haver liberdade ou prisão em qual corpo? A partir do que ama, do que exclama, do que chama, do que briga, do que luta, do que fala ou do que cala?
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